terça-feira, janeiro 21, 2014

De...

... vez em quando, tenho um destes momentos de inspiração Masterchef e dá-me para fazer experiências gastronómicas. E aqui vos deixo esta, com sabores do Norte de África. Espero que gostem!


Grão com espinafres morocco style

Ingredientes:
400 g de grão de bico cozido
500 g de espinafres 
100 g de pimentos vermelhos (eu utilizei pimentos em vinagre)
Cebola
Alho
Azeite
Cominhos 
Açafrão
Pimenta caiena (eu utilizei pimenta preta)


Como fazer?

Fazer um ligeiro refogado com azeite, alho e cebola. 
Adicionar os cominhos, o açafrão e a pimenta e deixar refogar mais um pouco. 
Adicionar o grão cozido e deixar cozinhar um pouco.
Adicionar os espinafres lavados e deixar cozinhar. Não é necessário adicionar água.
Adicionar os pimentos vermelhos e deixar cozinhar.
No final, adicionar sal e um pouco mais de pimenta a gosto.


Bom apetite!

segunda-feira, janeiro 20, 2014

Foi...

... hoje condecorado pelo Presidente da República, como Grande Oficial da Ordem de Dom Henrique, o jogador Cristiano Ronaldo que, há uma semana, recebeu a Bola de Ouro.


Fico muito contente que seja feito este reconhecimento a quem leva o nome de Portugal mais longe e aos mais alto nível e que falou em português quando recebeu o prémio na semana passada. Que muitos mais portugueses sejam reconhecidos por mostrarem o que de bom Portugal tem.

Hoje...

... de tarde espera-me mais uma sessão de fisioterapia. Mais uma sessão com o grande desejo de regressar às corridas no horizonte. Que saudades que eu tenho de correr... Prometo depois escrever mais uma crónica desta lesão no Corre mais rápido, porque nunca se sabe quando pode ser útil a quem me lê habitualmente por aqui.

Wish me luck!

Um...


... bom início de semana para todos!

Say something, I'm giving up on you.
I'll be the one, if you want me to.
Anywhere I would've followed you.
Say something, I'm giving up on you.

And I am feeling so small.
It was over my head
I know nothing at all.

And I will stumble and fall.
I'm still learning to love
Just starting to crawl.

Say something, I'm giving up on you.
I'm sorry that I couldn't get to you.
Anywhere I would've followed you.
Say something, I'm giving up on you.

And I will swallow my pride.
You're the one that I love
And I'm saying goodbye.

Say something, I'm giving up on you.
And I'm sorry that I couldn't get to you.
And anywhere I would've followed you. Oh-oh-oh-oh
Say something, I'm giving up on you.

Say something, I'm giving up on you.
Say something...

domingo, janeiro 19, 2014

Li...

.. hoje no Facebook a seguinte frase "Toda a vez que alguém desiste de um sonho, um anjo fica desempregado". E confesso que fiquei a pensar... Hoje em dia, acho eu, damos demasiado importância aquilo que pensa quem nos rodeia. Preocupamo-nos com o que dizem da forma como nos vestimos, dos sapatos que calçamos, do que pensarão se nos virem neste ou naquele local, dos nossos passatempos, dos nossos desejos... Dos nossos sonhos. Não digo que todas as pessoas sejam assim mas quantos de nós se retrai a falar de nós próprios com a maior parte das pessoas que nos rodeiam? Apenas porque temos aquela sensação de que, se elas souberem aquilo que mais desejamos com todas as nossas forças, elas tentarão deitar-nos abaixo e demover-nos daqueles que são os nossos objectivos. Quantos de nós não passamos já por aquela situação em que nos disseram, apenas porque sim, de que não seríamos capazes de fazer isto ou aquilo? E quantos de nós não deixámos já tantos anjos desempregados porque desistimos de um sonho apenas porque nos levaram a isso, muitas vezes sem sequer tentarmos?

Odeio que me digam que não sou capaz...

Pois bem... Eu não sou nenhuma excepção a isto... Quantas vezes não me disseram que eu não seria capaz, que não teria força suficiente para chegar lá, mais longe, aquele objectivo que me andava a preencher o pensamento há tanto tempo... E é nestas situações e a estas pessoas que me dá um gozo enorme, daquele mesmo gigantesco, conseguir concretizar tudo aquilo a que me proponho. As pessoas parecem ter medo de quem tem força de vontade, de quem tem sonhos de chegar mais longe... Sentem-se ameaçadas por quem não desiste, por quem não se importa de lutar e gastar as pestanas horas a fio dedicada a um objectivo. Têm medo de ser assaltados na sua rotina e verem que podem perder alguma coisa com a nossa força de vontade. É o que eu digo tantas e tantas vezes... Toda a competição que existe dentro de mim, existe tão somente com uma pessoa: comigo própria. Tenho dentro de mim o espírito competitivo mais saudável que existe no mundo, aquele que não me faz pisar quem me rodeia e não me faz deitar abaixo. Antes pelo contrário! Gosto de ver os outros chegar lá onde desejo. Isso deixa-me feliz. E esta sou eu... Miss Fiona!

Sou...

... uma apaixonada confessa por decoração. Mesmo que não vá comprar nada, não resisto a entrar numa loja de decoração apenas para ver, apenas para trazer ao de cima o meu espírito de decoradora de trazer por casa. Depois, existe ainda a Internet e a imensidão de mundo que se abre diante de nós e que nos faz apaixonar a cada clique de cada pesquisa sobre decoração que faço. Tivesse eu todo o dinheiro do mundo (e vivesse numa mansão!) e de certeza que faria muitas mais mudanças na decoração da casa onde vivo.

Existe outra coisa que me apaixona... O Norte de África. Os aromas, as especiarias, a comida... E a decoração não poderia ficar para trás. Ao final de uns quantos anos a viver na mesma casa e com a mesma decoração (salvo um ou outro detalhe), ando com vontade de fazer algumas pequenas alterações por aqui. Ainda que existam peças base que irão ficar, ando em busca de outras para fazer aquele clique de mudança de que ando a precisar na decoração. 

E é por isso que vos pergunto, meus queridos leitores do À minha volta... Por acaso sabem onde se vende mobiliário de inspiração marroquina? Aqui a gerente deste humilde espaço irá ficar-vos muito grata por esta ajuda!

quinta-feira, janeiro 16, 2014

A...

... minha vontade de fazer coisas diferentes e novas e de evoluir é permanente. Acho que é quase tipo imagem de marca e é o que me move. Não gosto de estar estagnada. Não gosto de estar à espera de ser levada pelo vento até algum lugar. Gosto de me mexer, de lutar pelos meus objectivos e por tudo aquilo que mais desejo ver concretizado na minha vida.

Seja na parte pessoal ou profissional, tenho os meus objectivos. Os meus sonhos que pairam lá no horizonte, quase em modo "fila de espera", a aguardar para serem realizados cada um a seu tempo. Mas lutar para os concretizar nem sempre é fácil... Tenho dias em que vejo a minha energia ser sugada por completo por aquilo que me rodeia. Pela má vontade. Pela inveja de quem não concorda que existem pessoas que gostam e querem ser diferentes pela positiva e que não gostam de rebaixar nem pisar ninguém. De não querer ser apenas mais uma na multidão ou no rebanho da acomodação e da rotina. E o que tenho aprendido a cada dia é que a força de uma pessoa é exactamente nestes momentos que se vê: quando as dificuldades abundam e parece que tudo nos puxa para baixo. E se, para algumas pessoas, esses contra-tempos funcionam em sentido contrário e tendem a puxá-los para baixo, ainda vou conseguindo gerir e esses contra-tempos ainda funcionam como gatilho para eu continuar a lutar.

E é também a amizade que neste momento é colocada à prova e se vê quem nos quer bem... Quem não tem segunda intenções... Quem nos quer ajudar a chegar lá...

Porque não se devem matar os sonhos, os anseios e os objectivos de vida de ninguém... A nenhum custo!

terça-feira, janeiro 14, 2014

É...

... impressionante o poder que a prática desportiva (ou a ausência dela!) tem sobre nós. Quando nos dedicamos regularmente a praticar desporto, quer queiramos quer não, quando temos de ter interrupções forçadas, acabamos por sentir alguma ressaca. E sim... É mesmo assim que eu me sinto. Com uma enorme ressaca por não poder fazer desporto ou correr como tanto gosto. Tudo fruto de uma lesão que arranjei no joelho direito (e sobre a qual podem saber mais no blog Corre mais rápido)...

É indescritível as saudades que tenho de poder correr todos os quilómetros que bem me apetecem. Tenho saudades das minhas corridas matinais, mesmo que feitas com tempo frio ou com chuva. Tenho saudades de poder arrumar os pensamentos nestas corridas. De deitar contas à vida e de ir arrumando os pensamentos nas gavetinhas certas. Tenho saudades de correr junto ao mar a ouvir as minhas músicas preferidas para correr e deixar-me ir... Tenho saudades de poder calçar os ténis sem ter receio de sentir dores...

Mas a caminhada no sentido da recuperação está a ser feita e mal posso esperar por voltar à estrada...

domingo, janeiro 12, 2014

Pode...


... ser dos One Direction... Mas gosto tanto, tanto desta!

Um excelente Domingo para todos!!

sábado, janeiro 11, 2014

Não...

... sei se tiveram oportunidade de assistir a uma reportagem que foi transmitida ontem à noite, no jornal da noite da TVI, sobre o estado em que se encontra actualmente a Avenida de Roma e área circundante, no que ao comércio tradicional diz respeito. Obviamente que isto será um tema com mais interesse para quem seja de Lisboa e tenha conhecido esta zona há uns anos mas revela, sem dúvida, o estado em que se encontra este nosso País à beira-mar plantado... Pois o caso que foi retratado é apenas mais dos muitos que ocorrem por esse Portugal fora com muitos dos locais de sempre a fecharem e a deixarem saudades...

A zona da Avenida de Roma e Guerra Junqueira é minha conhecida desde tenra idade. Foi aqui que entrei, pela primeira vez, na tão famosa Zara. Era aqui que fazia a maior parte dos meus lanches de fim-de-semana com os meus pais. Foi nesta zona que andei à escola até ir para o Ensino Secundário e depois a Faculdade. Foi aqui que tanto material escolar comprei na Livraria Barata e que tantos livros novos pude saborear adquiridos tanto na Livraria Barata como na Bertrand. É nesta avenida que estão três das minhas pastelarias favoritas da cidade (Mexicana, Suprema e Frutalmeidas). É aqui a minha loja favorita de venda de Swatchs onde se podem encontrar peças de coleccionador simplesmente fantásticas. É aqui a minha ourivesaria preferida, a Paiva, que mais do que peças fantásticas, tem um atendimento cuidado e em que se gera uma relação de amizade. E poderia continuar aqui o resto do dia a escrever sobre as coisas que gosto desta zona... Dói ver tantas referências da minha infância e adolescência desaparecerem para darem lugar a lojas de chineses, como aconteceu com a famosa Simotal (que ficava em frente da já demolida Piscina do Areeiro) e agora parece ser este o futuro do Cinema Londres, marca emblemática da nossa cidade no que às salas de cinema dizem respeito. 

O aparecimento de muitas salas de cinema em tantos outros centros comerciais pela cidade fizeram com que estas salas mais clássicas, em que havia maior proximidade entre os clientes e quem nos atendia, tendessem a perder a sua clientela. Menor número de salas traduz-se em menor número de filmes disponíveis ao público, tornando o local menos atractivo para as massas. Infelizmente, este cinema veio a perder progressivamente os seus clientes e acabou por ir à falência. Após algum tempo fechado, veio agora a notícia de que o espaço havia sido vendido e que iria dar lugar a uma loja de chineses. Como é que é possível deixar-se um local destes morrer desta forma e ser substituído por mais uma loja de chineses que surgem a cada esquina de tantas cidades portuguesas como verdadeiros cogumelos? Dói-me, enquanto cidadã da cidade de Lisboa, ver as coisas chegarem a este ponto. Dói-me ver lugares de sempre da minha infância darem lugar a lojas que não trazem o menor interesse nem o menor acrescento para uma zona de cidade que já foi referência no que toca a fazer compras com qualidade e chegou a ser uma das avenidas mais caras da cidade, com o que de melhor se podia adquirir. Infelizmente, os interesses económicos falam, uma vez mais alto, e vê-se assim fechar um lugar de sempre e que tantas memórias deixa em tantas pessoas desta cidade.

Mas os cidadãos estão à alerta e, apesar de poder parecer que não se pode fazer nada, têm manifestado o seu desagrado e está já a circular uma petição nesta zona para tentar impedir o avançar desta situação. Para quem quiser e estiver solidário com esta causa de cidadania pode, durante este fim-de-semana, assinar a petição em papel que se encontra disponível na Mercearia Criativa (morada: Avenida Guerra Junqueiro, número 4A, 1000-167, Lisboa - quem sobe a Guerra Junqueiro a partir da Alameda fica do lado direito. Horário de funcionamento: das 10h às 20h) e na Mexicana (morada: Avenida Guerra Junqueiro, número 30C, 1000-167 Lisboa - fica no início da avenida junto à Praça de Londres). 

Transcrevendo o que foi escrito no blog Cidadania Lx:
«Não tendo existido qualquer publicitação ou conhecimento de que o imóvel onde durante 42 anos funcionou o Cinema Londres estaria para arrendar/vender e tendo-se sabido agora que no local vai surgir uma loja de produtos orientais, o que surpreendeu moradores e comerciantes, o Movimento de Comerciantes da Av. Guerra Junqueiro, Praça de Londres & Av. de Roma decidiu elaborar umapetição “O nosso bairro precisa de um pólo cultural!” que se encontra a recolher as assinaturas necessárias para ser apresentada aos órgãos municipais e a outras entidades públicas, no sentido de junto dos proprietários se encontrar uma solução para o nº 7-A da Avenida de Roma, freguesia do Areeiro, que em paralelo com a existência de comércio torne possível a manutenção de um pólo cultural.
[A petição está a circular em papel. Está hoje e amanhã na Livraria Barata. Depois passa para a Farmácia Algarve (mesmo ao lado do Cinema Londres) e no fim de semana para a Mercearia Criativa e Mexicana. Assine! Vamos encontrar uma solução.]
Se puderem e quiserem contribuir para esta causa da cidade de Lisboa, passem pelos dois locais mencionados e assinem! 

sexta-feira, janeiro 10, 2014

O...

... mundo real do trabalho é bem menos cor-de-rosa do que nos querem fazer parecer. As dificuldades podem aparecer a cada esquina e apanhar-nos totalmente desprevenidos. O lema "sempre alerta" aplica-se que nem uma luva nestas coisas de trabalho. Porque mesmo aqueles que nos parecem mais queridos e fofinhos podem estar é a dar-nos uma bela machadada pelas costas e deitar completamente por terra todos os nossos desejos de progressão ou de evolução enquanto pessoas e profissionais.

Mas...

Nem sempre as carreiras tomam o rumo que se deseja... 

Nem todas as pessoas com quem nos cruzamos possuem bom carácter e muitas são as que tentam passar a perna nas outras... 

Nem sempre nos contam a verdade toda...

E sendo eu uma pessoa que se dedica ao estudo da área dos Recursos Humanos, não me poderia revoltar mais posturas menos correctas e que vão totalmente contra aquilo que nos é ensinado e transmitido nos bancos de escola. Revolta-me que se trata as pessoas como ovelhas de um rebanho e se pense nelas como meras cabeças de gado e meros números que é preciso ver satisfeitos. Irrita-me que apenas se olhe para quantitativos e que não se olhe para aquilo que as pessoas necessitam e anseiam enquanto desenvolvimento da sua carreira pessoal.

É por isso, que nesta selva que é o mundo do trabalho, há que ter força... Muita força para conseguir fazer frente a estas pessoas que não mereciam de todo ser chefes nem terem chegado ao lugar que ocupam...

terça-feira, janeiro 07, 2014

Sempre...

... ouvi dizer que é nos momentos mais difíceis e na morte que se vê as boas e as más pessoas. É nestes momentos que são tomadas determinadas atitudes que podem ficar na memória para sempre. Por terem sido tomadas em momentos de dor, de choro e de perda ganham toda uma dimensão que, num qualquer outro momento da vida, não lhes seria atribuída a mesma importância.

E a morte de Eusébio, ocorrida neste fim-de-semana, não é uma excepção a esta regra da vida...

Fruto do dia de repouso forçado devido à lesão de que falei aqui e aqui, hoje pude estar mais atenta ao que foi sendo passado nos canais informativos e o que se foi escrevendo nas redes sociais. E, confesso, fico um pouco triste que existam determinadas atitudes e que se escrevam determinadas frases num momento como este. Eu não sou benfiquista, conforme já referi anteriormente. Não sou propriamente fã do Luís Filipe Vieira ou do Jorge Jesus. Também não sou adepta de determinados comportamentos mais fanáticos das claques benfiquistas, mas isso também não o sou no que toca às claques do meu clube e sou a primeira a levantar-me e a condená-los por comportamentos menos correctos. Mas sei separar as águas e reconheço que não seja o momento de ter picardias e rivalidades futebolísticas à flor da pele que manchem as muitas homenagens que têm sido feitas a Eusébio. Independentemente da figura incontornável que ele foi para o Benfica, há que reconhecer que o foi ainda mais como figura do futebol português e mundial de uma época e, sinal disso, são as muitas homenagens e referências em jornalismo que lhe têm sido feitas nos últimos dias mundialmente. É sinal que Eusébio era figura muito acarinhada dentro e fora de portas e que continua a receber o reconhecimento na morte que já recebia em vida.

Mas este não é o momento para dizer, como eu cheguei a ler hoje nas redes sociais, escrito por um benfiquista, que não concordava com a presença do Bruno de Carvalho no funeral de ontem. Os adeptos não têm que concordar ou deixar de concordar com as presenças na última despedida de um homem que tanto fez pelo futebol português. Cada um decide ou não estar presente no último adeus a uma pessoa que parte. Afinal de contas, será que Bruno de Carvalho, cidadão português, era menos do que tantos anónimos que quiseram estar presentes e prestar a sua homenagem no Estádio da Luz, percurso pelas ruas de Lisboa ou no cemitério do Lumiar? Não quero com isto dizer que esta seja a opinião generalizada de todos os benfiquistas mas penso que devem ser colocadas as cores futebolísticas de parte e deve ser louvada a atitude do clube rival da 2ª Circular por se ter feito representar, neste momento, ao mais alto nível, com a presença do seu presidente. Muito também se tem falado da ausência de representantes do Futebol Clube do Porto nesta despedida. É verdade que não estiveram presentes, penso que o deveriam ter estado, mas também não se pode estar a ofender o Pinto da Costa neste momento por não ter referido o nome do Benfica nos rasgados elogios que teceu a Eusébio nas suas declarações após a morte desta estrela. Nem tinha que mencionar... Aqui o mais importante é dar o relevo ao homem e ao jogador que partiu neste fim-de-semana. Não é o Benfica que interessa neste momento como também não o seria o Sporting, se tivesse sido alguém do meu clube a partir por estes dias. Destacar clubes não interessa minimamente. Aqui o que interessa é dar relevo à pessoa que partiu e acho que isso tem sido feito e muito bem feito. 

E muitos outros comentários pude ler durante o dia de hoje... Até sobre o carro funerário que transportou a urna de Eusébio durante todas as cerimónias foram tecidos comentários menos elogiosos. Que se tratava de uma viatura de luxo, que estamos em crise, quem é que estava a pagar todos aqueles luxos e a funerária de luxo... Não é momento... Obviamente e tenhamos os pés na terra... Claro que o Benfica deve ter suportado todas as despesas com o funeral mas ninguém tem nada a ver com isso ou com os serviços que foram ou não disponibilizados neste dia. Não podemos ser pequeninos e estar a criticar coisas destas num momento de perda para Portugal. Existem exemplos muito mais importantes e flagrantes de desperdícios de dinheiro no nosso País, seja no público ou no privado, para estarmos agora a reparar naquilo que foi colocado à disposição para a realização deste último adeus. É de uma pequenez atroz e assustadora ler estes comentários completamente desnecessários e descabidos. Mas se calhar sou eu que tenho uma visão deturpada das coisas...

Não podemos ser pequeninos. Num momento que deveria ser de união entre todos os portugueses que amam verdadeiramente o futebol e o desporto, tenho pena que surjam tantas vozes como estas que criticam por criticar e destilam veneno por todos os poros. Mas, muito provavelmente, tratam-se de pessoas que dizem que amam o futebol por dizer e não o sentem verdadeiramente. Não respeitam esta modalidade desportiva da forma que deve ser respeitada. Porque as atitudes ficam para quem as pratica, é uma grande verdade, mas quem assiste à prática dessas mesmas atitudes também pode ficar revoltado e com pena de não existir mais união.

segunda-feira, janeiro 06, 2014

Existem...

... palavras que parecem escritas por nós e estas aqui... Caem que nem uma luva no dia de hoje...
E há alturas em que literalmente o chão nos foge dos pés. Em que por segundos deixamos de respirar e tentamos actuar como se nada fosse. Em que distraímos o mundo da nossa presença. 
Há alturas em que o chão teima em fugir. Há momentos em que a vida nos põe à prova. Há decisões que são tomadas em instantes. Há não reacções que tudo mostram. Há um nada que é tudo. 
Há alturas em que a vida nos prega uma partida. E não consegue.
Pedido emprestado à página Gosto de ti e então?

Todos nós temos projectos ou sonhos que gostaríamos de ver realizados, seja na nossa vida pessoa ou profissional. A par disto, eu tenho um passatempo de que gosto muito: correr. E para este passatempo também tenho os meus objectivos pessoais e quero que 2014 seja um ano especial a este nível. No entanto, por lesão, o meu sonho vai ter de ser adiado por alguns meses... Mas eu não desisto e não atiro a toalha ao chão!

Para saberem um pouco mais, dêem um saltinho ao Corre mais rápido onde descrevo um pouco melhor esta lesão que teima em não me largar desde meados de Novembro.

domingo, janeiro 05, 2014

Partiu...


... esta madrugada Eusébio da Silva Ferreira aos 71 anos. Após os últimos meses atribulados no que toca à saúde, deixou-nos hoje um dos nomes mais relevantes do futebol português que, a par de tantos outros como os Cinco Violinos do Sporting, construiu uma época de ouro para o futebol português e que deixou a sua marca dentro e fora de portas. 

É nestes momentos que devem ser colocados clubismos de parte e deve ser valorizada a pessoa por tudo aquilo que fez pelo nosso futebol e pelo símbolo que foi para muitos jovens levando-os a ser, hoje, verdadeiros apaixonados do futebol. Eu não benfiquista mas não é por isso que tecerei comentários desagradáveis em relação ao Eusébio como já vi por aí nas redes sociais. Acho que preferências de clubes devem ser colocadas de parte e deixar vir ao de cima a solidariedade com quem agora ficou sem um grande símbolo e sem um membro da sua família.

Porque são imagens como esta que devem ficar na memória...


RIP Eusébio

Este...

... ano começa devagar, devagar. Parece que ando num estado de semi-zombie... Os segundos no relógio parecem demorar o dobro do tempo, tudo demora a ser feito, tudo demora a acontecer. Ao quinto dia do novo ano, aqui estou desde as 7 horas no local de trabalho. E hoje custou a acordar... Custou a levantar da cama...

Os dias passam lentos, quase em passo de caracol neste início de ano. Parece que os ponteiros do relógio aguardam a resposta a algum requerimento para que andem na sua velocidade normal. E nem o São Pedro tem ajudado. Dias cinzentos, dias tristes, dias em que lágrimas caem do céu. Dias assim não são fáceis para o nosso humor e parece que somos assolados pelas mesmas nuvens escuras e feias que cobrem o céu...

Os dias passam lentos neste início de ano. Tudo parece andar em câmara lenta. As actividades vão-se desenrolando apenas no mais básico. No que é essencial fazer, no que é essencial concretizar. E nada mais... Turbilhão de ideias, turbilhão de vontades, turbilhão de energias... Parecem ter ficado no ano velho e estão com dificuldade em passar para este novo capítulo de vida...

Mas os dias têm de deixar de passar lentos. É uma necessidade que se impõe e que têm de passar para a lista das prioridades custe o que custar. Existem sonhos que se querem concretizar. Existem mudanças que se desejam com toda a força. Existem projectos que têm de dar frutos lá para o meio do ano. E não se pode parar... Porque o relógio da vida não pára... Ainda que possa parecer que os dias passam lentos... Os minutos vão-se esvaindo como grãos de areia entre os dedos...

E isso é tempo desperdiçado da pior forma...

sábado, janeiro 04, 2014

Sou...

... uma amante de desporto confessa. Seja indoor ou outdoor, gosto de me mexer e gosto da sensação de bem-estar que isso me traz. Apesar de gostar bem mais de actividades ao ar livre, de que a corrida é um belo exemplo como podem ir acompanhando no outro blog em que escrevo - o Corre mais rápido!, acabo por ter de frequentar o ginásio como forma de manter os meus joelhinhos uns lindos meninos fortes e saudáveis. 

Como frequento o ginásio sozinha, acabo por ter muito tempo para observar o que por lá se passa. Os recém-chegados quando o tempo começa a aquecer, os que frequentam unicamente a zona de pesos, os que parecem saídos de uma passagem de modelos de roupa desportiva... Enfim, uma imensidão de pessoas que se cruzam num mesmo espaço, com perspectivas perfeitamente distintas quanto ao que é frequentar um ginásio, mas que estão ali para pôr o esqueleto a mexer e isso é mesmo o mais importante. 

E no meio desta salada sociológica que é frequentar um ginásio não posso deixar de ficar espantada com determinadas formas de estar. Ora bem... Para mim, o principal objectivo de ir a um ginásio consiste em exercitar-se. Não estou lá para passar o tempo na conversa pois não me parece que a língua seja o músculo correcto a exercitar num ginásio. E este pensamento surgiu-me hoje de manhã quando, no meio dos meus exercícios, observei uma senhora em amena cavaqueira com o seu personal trainer. Dedo de conversa para aqui, dedo de conversa para ali e muita era a animação! Agora exercício bom que é vê-lo, nada! E ainda que eu não tenha nada que ver com aquilo que cada um ganha mas sabendo muito bem quanto é que estes pacotes de PT personalizado podem custar... Faz-me confusão que seja gasto o tempo de uma sessão destas em conversa...

Mas, lá está... Se calhar é mesmo esse o objectivo da sessão e eu pertenço a um planeta estranho qualquer de pessoas que vão transpirar para um ginásio...

quinta-feira, janeiro 02, 2014

Estava...

... eu hoje a assistir a mais um episódio do Project Runaway Allstars e não pude deixar de pensar um pouco naquilo a que estava a assistir e estou longe de falar de moda e já passo a explicar... 

O desafio a que assisti consistia em desenhar um vestido para um evento especial na vida de quatro veteranas das Forças Armadas Americanas: Marinha, Corpo de Fuzileiros, Força Aérea e Exército. Um dos designers, no seu comentário sobre o desafio que tinha em mãos, falava que aquilo que ele iria produzir como vestido para o evento especial da sua veterana e que lhe poderia oferecer era muito pouco quando comparado com tudo aquilo que ela tinha feito pelos Estados Unidos da América. E, com este comentário, eu não pude deixar de sorrir embora não sendo pelos melhores motivos... Eu não sou uma daquelas pessoas que ama de paixão os Estados Unidos e tudo aquilo que eles simbolizam. No entanto, não posso deixar de respeitar e louvar o comportamento que os americanos têm face aos seus militares. Têm-lhes respeito, têm orgulho naquilo que eles simbolizam - a tão importante liberdade! - e isso está bem patente em todos os eventos em que estão envolvidos militares e a sociedade civil americana. Apesar de não concordar com a perspectiva e política que os EUA fazem e a utilização das suas forças armadas fora das suas fronteiras, tenho que admitir que admiro a forma como os militares e os símbolos nacionais são encarados.

E, olhando para dentro de portas, não posso estar mais triste... No nosso país parece que, a cada dia que passa, os símbolos nacionais perdem cada vez mais valor. Eu sei que estamos em crise, eu sei que os tempos são de dificuldades, eu sei que o Governo e tudo o que o rodeia não nos tem trazido alegrias nenhumas mas temos de saber separar muito bem as águas e conseguir ter o discernimento suficiente para perceber que símbolos nacionais e quem está no poder são coisas completamente diferentes e existem símbolos que merecem todo o nosso respeito como portugueses que somos. Faz parte da nossa cidadania respeitar estes símbolos, é nossa obrigação e não devemos utilizá-los como forma de atingir que nos (des)governa. E se, na maior parte dos casos, os portugueses parecem gostar muito dos exemplos e das ideias que vêm do lado de lá do Atlântico, deveriam ter bastante atenção ao tratamento dado aos militares, bombeiros e forças policiais nos EUA. Por cá, quem usa farda não parece ser propriamente bem amado pela maioria das pessoas. Basta ver os olhares um pouco de gozo/espanto que são dirigidos aos militares que se apresentam uniformizados nas nossas ruas apesar de não estarem em serviço. Basta ver os comentários que são feitos, quando o Orçamento de Estado é assunto, em que se diz que militares e polícias ganham muito e poucos cortes sofrem (sim, eu já ouvi este tipo de comentários in loco num dos nossos transportes públicos e não pude deixar de ficar mais perplexa). Sempre que se fala de cortes, muito se fala da Função Pública e dos professores que tanto têm sido afectados. Não querendo, de todo, retirar o mérito a quem desenvolve a sua profissão nestas áreas mas... Não serão os nossos militares e forças policiais tão ou mais importantes merecendo igual atenção? 

Meditemos... E façamos a abstracção de associar Forças Armadas  e forças policiais unicamente a situações de guerra ou ameaça bélica...

Quem é responsável por garantir toda a segurança nas nossas cidades e nas nossas estradas?
Quem é responsável por garantir a salvaguarda da vida humana no mar e as adequadas operações de busca e salvamento quando são necessárias?
Quem é responsável por garantir o transporte médico entre as ilhas do arquipélago dos Açores e que já tantos bebés trouxe ao mundo são e salvos?
Quem é responsável por fiscalizar as nossas águas minimizando a ocorrência de episódios de tráfico, descargas de poluentes, lavagens de tanques de cargueiros e pesca proibida?
Quem é responsável pela limpeza e segurança das nossas áreas florestais e está envolvido no combate a incêndios?
Quem é responsável por levar o nome de Portugal mais longo no que à investigação científica diz respeito?
Quem é responsável por garantir a segurança nas praias nos meses quentes de Verão?
Quem é responsável por contribuir para a formação de muitos civis e corporações de bombeiros no que respeita a técnicas de combate a incêndios?

E parece-me que eu poderia estar aqui toda a noite a dar-vos exemplos de que as Forças Armadas são muito mais do que aquilo que a maioria quer acreditar ou fazer parecer...

É por isso que digo... Temos muito a aprender com os americanos no que toca ao respeito por militares, forças policiais e bombeiros. Porque são estes homens e mulheres que nos permitem respirar em segurança, mesmo que não os vejamos todos os dias. 

Pensem nisto...

terça-feira, dezembro 31, 2013

Termina...

... hoje mais um ano. Muitas são as retrospectivas que são feitas durante estes dias. Uma revisão do que passou. O que foi bom, o que foi mau. O que queremos repetir e aquilo que queremos que nunca mais volte a acontecer. Todos temos anos bons e temos anos maus. Os 365 dias que se vão sucedendo nas nossas vidas trazem-nos sorrisos e lágrimas, certezas e incertezas, vêem partir pessoas e chegar outras, novos e velhos projectos, objectivos e sonhos concretizados e por concretizar.

E o meu ano de 2013 não foi excepção...

Para ser sincera, este ano que hoje termina não foi propriamente o melhor dos últimos tempos. Por diferentes razões, houve alguma tristeza, menos sorrisos do que o habitual e alguns sonhos e desejos ficam por concretizar neste ano que hoje se encerra. Se no início de cada ano, costumo delinear alguns objectivos que quero ver alcançados... Sinceramente... Este ano... Sinto-me algo melancólica para o poder fazer...

Aquilo que desejo para 2014 é que seja um ano de renovação... Renovação aos mais diversos níveis. Pessoal e profissional. Apenas isto. Quero ver-me evoluir nas diferentes vertentes do meu ser porque existe um momento a que todos inevitavelmente chegamos em que concluímos que temos vontade que tudo seja de outra forma. E este é o momento...

Que este novo ano que amanhã se inicia me traga muitas coisas boas, muitos sorrisos e muitas conquistas. Para mim e para as minhas pessoas porque elas são o mais importante da vida!

A todos os que me lêem (infelizmente, nos últimos tempos não tem sido tanto quanto isso... Em 2014 seja, de certeza, diferente!), desejo um excelente ano de 2014 carregado de muita energia positiva e de muitas conquistas!!!!!

Natal...

... uma época em que gostamos de partilhar bons momentos e, acima de tudo, em que gostamos de regressar aos sítios de que gostamos, em que já fomos felizes e em que nos sentimos de coração mais quentinho.

Este Natal não foi uma excepção a esta tradição. Sabe bem voltar a locais em que somos bem recebidos e em que o sorriso é uma constante. Como Natal que se preze pede um rumo ao sul, mais concretamente a Évora, para mais um Natal passado com o aroma do Alentejo a confortar o coração. O local escolhido foi, mais uma vez, o M'Ar de Ar Muralhas, um hotel que fica a dois passos da praça do Giraldo e onde, podem ter a certeza, de que irão ser muito bem recebidos!



O M'Ar de Ar é um dos dois hotéis da mesma cadeia existentes em Évora (o outro é o M'Ar de Ar Aqueduto onde poderão desfrutar, entre outras coisas, do Spa e do SushiBar. Para mais informações podem consultar aqui a página na Internet e no Facebook). Fica mesmo junto às muralhas de Évora numa localização bem simpática, de muito fácil acesso a quem chega a Évora, e que convida ao descanso. Sabem aqueles locais em que nos sentimos um bocadinho da família, em que se pergunta se tudo correu bem nos últimos tempos? Pois é... É assim neste local e sabe muito bem estes pequenos mimos!

É um hotel com uma decoração cuidada, sempre que o Alentejo bem presente, acolhedor e com muitos recantos a pedirem para serem descobertos...

Detalhes da decoração de Natal

Pormenores da zona exterior que deve ser absolutamente deliciosa numa tarde de Verão...

O Alentejo sempre presente, como não pode deixar de ser!

A zona do jardim... Ai piscina, piscina... Tenho de te visitar no Verão!

As mesas do pequeno-almoço... Só para abrir o apetite!

É um local cuja visita aconselho verdadeiramente!!! 

M'Ar de Ar Muralhas... We will meet soon!!!

quarta-feira, dezembro 25, 2013

Mais...

... um Natal quase passado. Mais uma quadra de partilha, família e sorrisos que está quase a terminar para dar lugar à retrospectiva, a definição de novos objectivos e o reinventar de sonhos para o novo ano.
É assim o mês de Dezembro... Recheado de azáfama, pensamentos condensados e correrias para estar com todos aqueles de quem mais gostamos.
Ainda que seja quase o fim do Dia de Natal, não poderia deixar de passar por aqui para desejar a todos os leitores deste cantinho um excelente Natal!!!

quarta-feira, dezembro 18, 2013

Vida...

... de adulto não é fácil. Quando somos crianças, ninguém nos diz que sermos adultos vai ser difícil. Dizem-nos para sonhar... Para perseguirmos aquilo que desejamos ser quando formos grandes... Para fazermos os trabalhos de casa, sermos meninos bem comportados e brincar nos tempos livres. Mas ser adulto é difícil...

Fui uma criança feliz. Muitas horas de brincadeira, muitos Verões passados no meu querido Alentejo, muita roupa suja de brincar na terra e ser uma criança dividida entre o campo e a cidade. Foram-me deixando alimentar as minhas paixões, como o Ballet que dancei durante mais de 11 anos, e foram-me deixando sonhar com a concretização dos meus desejos quando fosse grande.

E o dia de ser grande chegou. E não é fácil sê-lo. Não é fácil ter sonhos e não os conseguir concretizar por causa de terceiras pessoas. Não é fácil ter projectos e não conseguir fazê-los chegar a bom porto porque existem pessoas que vão colocando entrave atrás de entrave. Custa chegar o dia de ser grande e não poder efectivamente sê-lo por parecer que continuo a ser criança a quem as decisões parecem não dizer respeito.

E isto custa... Oh se custa...

sexta-feira, dezembro 13, 2013

A...

... Saudade de escrever por aqui é mais do que muita...

... Mas o tempo para isso tem sido tão pouco...

domingo, dezembro 01, 2013

O...

... destino tem muitas ironias e esta é apenas mais uma...


Morreu, na noite de sábado, vítima de um acidente de automóvel que ia a alta velocidade, o actor Paul Walker. O famoso polícia da série de filmes "Velocidade Furiosa", apaixonado por velocidades e por automóveis de alta cilindrada, dono de uma oficina especializada neste tipo de automóveis. Veio a morrer consequência de um despiste de um carro conduzido a alta velocidade.

O destino tem destas coisas...

RIP Paul Walker

Estado...


... em que se encontra Miss Fiona: muitos lenços de papel, mantinhas quentinhas, chá com mel e pastilhas para a garganta para ver se a voz regressa rapidamente!

sábado, novembro 30, 2013

Espelho...

... meu, espelho meu... Diz-me de quantos "eus" sou eu feita?

Ora aqui está uma questão muito interessante e à qual, provavelmente, muitos de nós, não dedica a devida atenção. Andamos nas nossas vidas de formiguinhas trabalhadoras e, muitas vezes, penso que não dedicamos o devido tempo a pensarmos em nós. A fazer alguma análise sobre as nossas posturas, atitudes e decisões e, se calhar, era algo que deveríamos introduzir na nossa rotina diária. Tipo como tomar banho, lavar os dentes e mudar de roupa, percebem? Não vos digo agora para meditarem todos os dias sobre a vossas vidas mas ganhem (e reparem na utilização da palavra "ganhar") alguns minutos do vosso dia a pensarem na vossa forma de existir, de estar e de conviver com quem vos rodeia...

Todos temos diferentes "eus" que aparecem e são mostrados consoante os acontecimentos ou os nossos interlocutores. O ser humano tem uma capacidade de adaptação e de se moldar aos acontecimentos extraordinária e sempre surpreendente. Eu própria aqui me confesso: Miss Fiona tem muitos e diversificados "eus"! Atenção: psicólogos e psiquiatrias que se possam dedicar à leitura deste cantinho à beira-mar da blogosfera plantado... Não tenho nada de personalidades múltiplas nem coisa que se pareça. São apenas vertentes de uma mesma personalidade e que gosto de cultivar, umas mais secretamente do que outras. Existe a Fiona mega romântica que gosta de ver o pôr-do-sol entrelaçada num abraço e de beber chocolate quente em Portobello Road. Existe a Fiona desportista que adora correr e o desporto em geral e que, juntamente com outros dois companheiros de ténis gastos com contagem de quilómetros, alimenta o Corre mais rápido com as suas divagações sobre o mundo da corrida e os desejos sobre provas de sonho. Existe a Fiona profissional que como que se transfigura para se adaptar ao mundo peculiar em que se move e em que, todos os dias, é colocada à prova nas mais diversas situações. Existe a Fiona apaixonada por roupas, sapatos e maquilhagem e gosta de divagar pelo mundo das novidades e de experimentar, experimentar, experimentar! Existe a Fiona apaixonada por livros que tem uma mini-biblioteca em casa com os mais variados títulos dos mais variados domínios do conhecimento. Existe a Fiona apaixonada por séries de época (como os meus queridos Tudors) e por séries e filmes que envolvam a exploração da mente de serial killers (como as Mentes Criminosas ou os filmes do Hannibal Lecter). Esta sou e muito mais!

E vocês? Já perguntaram ao vosso espelho quantos "eus" têm hoje?

sexta-feira, novembro 29, 2013

Nos...

... bancos de escola muita teoria se aprende de como deve ser feita uma boa gestão do capital humano de uma organização. As teorias e ferramentas que nos são passadas para aplicação na gestão de recursos humanos nem sempre são aplicadas da melhor forma na verdadeira realidade do mercado de trabalho. Tudo o que se relacione com gerir pessoas, os seus anseios e as suas vontades é demasiado complicado de gerir pois, na maior parte dos casos, o que acaba por prevalecer são os interesses de outros mais acima e o desejo final da organização. Compreendo que a gestão de pessoas deva reunir duas partes fulcrais: os interesses da organização e os interesses das pessoas. Porque colocar pessoas desmotivadas numa determina função é meio caminho andando para que, tanto a pessoa em causa como a organização, percam e muito a curto ou médio prazo. A produtividade vai ser bastante reduzida, a vontade de ir trabalhar vai reduzir a níveis incomportáveis de dia para dia e as relações laborais vão tender sempre a piorar, nunca o contrário. Não será muito mais importante permitir às pessoas que apliquem as competências que tenham vindo a ganhar com o tempo em funções que podem vir a ser muito mais úteis do que aprisioná-las em outras que nada têm a ver com aquilo que pretendem fazer, funções que apenas vão servir para cristalizar a pessoa na organizar, fazê-la desmotivar, desvalorizar e perder a vontade de contribuir em pleno para os objectivos da organização? 

Se existem responsáveis pela gestão de pessoas numa organização, essa gestão deve recorrer ao máximo a todas as ferramentas que tem ao seu dispor e tentar encontrar o equilíbrio entre os desejos das pessoas e os da organização. Apenas assim se terá colaboradores produtivos. Apenas assim se terá uma organização que se consiga demarcar das demais pela positiva por considerar uma mais-valia valorizar os seus recursos humanos.

E fico tão triste que à minha volta não seja assim...

terça-feira, novembro 26, 2013

Nos...

... muitos livros que vou lendo ao longo do ano, costumo encontrar frases que me fazer pensar, que me fazem meditar sobre o mundo que me rodeia e as pessoas com que me vou cruzando na minha vida. Estou, neste momento, a ler um livro sobre Alpoim Calvão, o militar da Marinha Portuguesa mais condecorado de todos os tempos. E o primeiro capítulo deste livro inicia-se com uma interessante frase e que transcrevo de seguida.

"Como a partir desta via entras no mundo, como homem, confio que a tua conduta futura na vida fará de ti um oficial e um cavalheiro. Lembra-te que deves ser um marinheiro para ser um oficial e, também, não poderás ser um bom oficial sem seres um cavalheiro." 
Lord Horatio Nelson

Ao ler esta frase não pude deixar de olhar à minha volta... De observar as pessoas com quem me cruzo todos os dias e com quem já me cruzei. E esta frase não poderia ter maior fundo de verdade. Não é a farda ou o fato caro que vestimos todos os dias que nos faz melhores ou piores do que ninguém. O hábito nunca fez o monge e não são galões ou roupas caras que nos fazem ser pessoas mais capazes. É preciso muito mais do que isso. É preciso ter uma essência que nos torna coerentes em todas as acções e em todas as palavras. É preciso ter uma forma de estar que deve vir ao de cima com amigos e com inimigos, nas boas e nas más situações. É preciso ter uma personalidade que não se deixa corromper nem se sobrepõe a quem está à volta. E a educação é o motor que conduz e que nos faz demarcar-nos da multidão. Que nos faz ser diferentes em cada instante... E era exactamente a isto que Lord Nelson se referia... "não poderás ser um bom oficial sem seres um cavalheiro". Porque vê-se nas mais pequenas coisas do dia-a-dia e não em situações especiais. Porque isto vê-se em cada palavra que é dirigida a quem está acima mas, principalmente, a quem está abaixo na hierarquia.

E, felizmente, tenho três bons exemplos que sigo e que são o meu padrão em cada gesto dos meus dias... Porque existem oficiais e cavalheiros que nos marcam e que impõem a si próprios elevados padrões todos os dias, constituindo-se como alguém que vale a pena admirar!

sábado, novembro 23, 2013

E...


... este é o último título terminado cá por casa. Vale, sem dúvida, bem a pena. Fiona aconselha!

quinta-feira, novembro 21, 2013

Muitas...

... vezes, olhamos à nossa volta, e chegamos à conclusão de que temos as nossas coisas um bocadinho em estado caótico. A vida de formiguinhas atarefadas durante a semana e a necessidade, mais do que premente, de descansar aos fins-de-semana (e fazer algumas tarefas mais demoradas que deixamos para esta fase da semana) faz com que outras tantas tarefas sejam deixadas para segundo plano, para serem tratadas em fases de mais tempo livre, por exemplo, quando estamos de férias. Mas isto não poderia ser mais contraproducente ou mais indesejável... As férias são exactamente isso: férias! E o tempo que se lhes refere deve ser dedicado exactamente ao que está na essência das férias: o descanso! Óbvio que fazer algo deste género pode ser considerado como totalmente utópico na sociedade de hoje. A vida é feita em modo corre-corre. As solicitações a nível profissional e pessoal são mais do que muitas e isso faz com que o tempo livre seja muito reduzido para nos dedicarmos a organizar a nossa vida, a nossa casa, os nossos objectivos a médio ou longo prazo...

Tento ser, em todos os campos em que tenho responsabilidade, o mais organizada possível. Faço uso diário da agenda proporcionada pela Google em que também tenho adicionada a conta do e-mail do trabalho (ainda que queiramos, não nos conseguimos desligar totalmente do trabalho quando, muitas vezes, temos solicitações também ao fim-de-semana, nada pode falhar!). Mas quando estamos a fazer a gestão do nosso tempo, será que estamos a aproveitá-lo mesmo da melhor forma? No outro dia estava a ler um interessante post da Thais do Vida Organizada em que esta blogger brasileira apresentava uma lista de 9 coisas que poderíamos introduzir no nosso dia-a-dia para sermos pessoas mais organizadas e conseguirmos tirar melhor partido dos nosso dias. Actividades tão simples como organizar a agenda, actualizar os nossos perfis em redes sociais profissionais (o networking é cada vez mais importante, acreditem!) ou organizar a nossa gestão doméstica podem fazer verdadeiras maravilhas nos nossos dias e ajudar-nos a concentrar naquilo que é verdadeiramente importante e a termos mais tempo livre para nós. Aqui fica a sugestão: leiam este post sobre as nove actividades de organização que nos podem ajudar a fazer a diferença! 

Depois...

... de passar dois dias inteiros junto de pessoas que há uns bons anos atrás se sentaram nos mesmos bancos de escola, apenas posso chegar a uma conclusão: que existem vivências que nos tornam pessoas únicas e que, mesmo passando tantos anos, seremos sempre os mesmos jovens e teremos as mesmas gargalhadas. 

segunda-feira, novembro 18, 2013

Todos...

... temos os nossos objectivos para as nossas vidas. A nível profissional, a nível pessoal, a nível familiar. Todos temos aquele ponto a que queremos chegar e esforçamo-nos mais ou menos para conseguirmos. Isso depende de cada um. Mas quanto de nós nos sentamos, ponderamos os nossos objectivos e escolhemos o melhor caminho para lá chegarmos? Eu, tal como todas as pessoas que me rodeiam, tenho sonhos que gostava de ver concretizados. A curto, médio e longo prazo. Tenho desejos e vontades que gostava de ver concretizadas para aumentar ainda mais os motivos que tenho para sorrir. Porque que todos merecemos ser felizes e chegar lá. Mas chegar lá de forma coerente, de forma ética e sempre sem passar por cima de ninguém. Sim, porque não quero pensar na forma de conseguir o que quero imaginando logo que será a qualquer custo. Isso não se põe em cima da mesa. Eu bem sei que podem não acreditar mas... Existem valores e princípios que não sacrifico para lá chegar, para ir mais longe e conseguir o que quero. Porque acho que, acima de tudo, devemos ser o máximo possível coerentes e sinceros connosco próprios. Antes de pensarmos em quem nos rodeia, deve ser a imagem que temos de nós próprios que deve ser o mais fidedigna possível.

Tenho pensado muito naquilo que quero e naquilo que desejo... E sim, vou chegar lá!

domingo, novembro 17, 2013

quarta-feira, novembro 13, 2013

É...

... apenas de mim que sou esquisita e coisa tal... Ou a maior parte das saias e calções que a Zara e afins têm à venda tendem a não as que ficam melhor em corpos de cintura mais estreita e anca mais larga? Ou seja... Em corpos cujas formas são mais de mulher e em que saias que são meros quadrados não vão ficar bem nem por nada??

Ou estou a ficar muito exigente nos modelos que escolho... Ou tenho um corpo muito esquisito... Ou a Zara apenas vende quadrados de tecido a que chama saias e calções...

terça-feira, novembro 12, 2013

Assisti...

... no fim-de-semana, a uma reportagem sobre o militar da GNR que foi condenado a nove anos de prisão por homicídio de uma criança que viajava numa carrinha em fuga conduzida pelo seu pai após a ocorrência de um furto. Segundo o que foi descrito na reconstituição feita na reportagem, o militar da GNR que viajava no carro em perseguição à carrinha com o assaltante terá visto um vulto dentro da carrinha e terá disparado, primeiro para o ar e depois na direcção da viatura, tendo vindo a atingir mortalmente a criança que viajava no seu interior. Ao fim de cinco anos deste acontecimento, este militar veio a ser condenado a nove anos de prisão efectiva bem como ao pagamento de 80 mil euros de indemnização (60 mil à mãe da criança e 20 mil ao pai... o assaltante). Foi também dito, nesta reportagem, que o referido militar mostrou sempre alguma arrogância durante todo o julgamento, demonstrando considerar que o fez foi o correcto e que não teve culpa de assassinar a criança que o pai havia levado na carrinha para um assalto... Foi referido também que este militar já foi alvo de um processo disciplinar...

Não quero, com este post, de forma alguma emitir juízos de valor nem dizer que o militar tem ou não razão, devia ou não ter sido absolvido... Não estou a querer defender ou culpabilizar ninguém mas... Apenas quero dizer que existem coisas que me fazem confusão. Como pais que, neste país, levam os seus filhos de forma totalmente negligente para o local onde vão cometer um crime e onde podem estar sujeitos a encontro com a polícia. Faz-me confusão que se vá indemnizar um pai que actuou de forma totalmente negligente, que andava a monte há cerca de oito anos, à data dos acontecimentos, após ter fugido da prisão onde estava. Faz-me confusão que se tenha que entregar dinheiro a uma pessoa que apenas se limitou a praticar mais um crime e que agora, ainda por cima, venha a receber dinheiro pela total irresponsabilidade que teve ao levar o seu filho consigo.

Este é um assunto demasiado sensível e de certeza que todos terão a sua opinião sobre ele. Se o militar deve ou não ser condenado, se agiu ou não bem no desempenho das suas funções... Enfim, uma imensidão de questões podem e estão a ser levantadas por muitos. Mas a sério que me faz confusão este tipo de justiça em que se entrega uma quantia avultada de dinheiro a alguém que praticou um crime com o filho sentado ao lado. Não estou a dizer, de forma alguma, que não lhe terá custado perder o seu filho. Mas apenas a sua irresponsabilidade é a culpada desta criança ter sido apanhada por uma bala num local onde não deveria estar... Se o militar de GNR agiu bem ou não... Isso é outra história... Mas ninguém deveria levar um filho para o local de um crime...

segunda-feira, novembro 11, 2013

Hoje...

... é o aniversário aqui da Miss Fiona... Mais um aninho que se soma ao calendário. Mais um aninho que passa pincelado com mais coisas boas do que más (felizmente!). Mais um novo ano de vida que se inicia com um sorriso nos lábios e com a certeza de que sou uma pessoa feliz...

Mas este post não é para escrever sobre mim... É para escrever sobre uma das pessoas mais importantes da minha vida e que, há anos atrás por esta altura, estava a sofrer bastante com o trabalho de parto. Uma pessoa que passou doze longas horas ligada ao soro para que eu viesse ao mundo num parto provocado antes do tempo com dia e hora marcada. Uma pessoa a quem tinha sido dada a certeza, de forma nua e crua, de que eu ou ela não iríamos sobreviver ao parto e que apenas uma (ou nenhuma) ficaria por cá... Cenário negro para o dia que deveria ser o mais feliz da vida de uma mulher... 

É por isso que te quero dar os parabéns, Mãe... Pela pessoa que sempre foste, que és e pela pessoa que fizeste de mim. Como todas as mães e filhas, também temos os nossos momentos de contradição mas acho que os momentos felizes se sobrepõem a todos esses e as alegrias mostram que os milagres acontecem mesmo quando o cenário que se antevê pode ser o mais negro. Obrigada, Mãe, por me teres trazido a este mundo e me teres sempre deixado sonhar com as asas de uma borboleta. Obrigada por sempre teres estado ao meu lado, nos bons e nos maus momentos, mostrando que a união com as nossas pessoas ajuda-nos a ultrapassar mesmo os obstáculos que parecem mais difíceis de transpor.

Muitos parabéns a ti e ao Pai neste dia...

Sabem...

M&M de chocolate negro e menta... Ou de como o céu pode vir sob a forma de pequenos botões verdes...


... o que consegue ser verdadeiramente delicioso num final de tarde que se quer bem docinho? Este pacotinho verde caído do céu. Absolutamente delicioso, aprovado e recomendado!

Diz...



... que hoje é o aniversário da Miss Fiona...

Happy birthday to me!!!!

domingo, novembro 10, 2013

Ainda...

... que eu esteja muito longe do estado de simplificação da vida da Rita do The Busy Woman and the Stripy Cat, confesso que gosto muito de ler o que por lá se escreve e tentar adaptar aquilo que faz sentid para a minha forma de estar e de encarar a vida. Confesso que nunca conseguirei chegar ao ponto de "acto de destralhar" muito descrito pela Rita, mas acho que existem boas aprendizagens a fazer da leitura deste blog.

As nossas vidas muito atarefadas fazem com que andemos sempre de um lado para o outro e, muitas vezes e quando o dia termina, chegamos à conclusão de que produzimos muito pouco e que mais foi o tempo perdido em pequenas tarefas sem grande valor acrescentado do que aquele dedicado à verdadeira produção de algo. Quantos de nós não passamos a atender o telefone no local de trabalho ou a receber emails que apenas nos fazem distrair daquilo que é verdadeiramente importante? Muitas vezes estou na minha secretária, no local de trabalho ou em casa, e fico a pensar que a quantidade de emails que se recebem é uma coisa estúpida. Mais... Muitos deles poderiam ser, por nós próprios, considerados spam dado que apenas nos limitamos a fazer delete sem tomar qualquer acção sobre eles porque não são importantes ou relevantes para nós... Ou porque simplesmente o assunto desses emails nada nos dizem respeito apesar de chegarem à nossa caixa de correio. Estava eu, em mais uma leitura do blog da Rita, e encontrei este interessante post em que ela descreve a forma como faz o processamento de toda e qualquer informação que lhe chega. E aqui está algo que tento sempre fazer no meu dia-a-dia, seja no campo pessoal ou no campo profissional. Não consigo compreender aquelas pessoas que ficam com emails a "marinar" nas suas caixas de correio. Não falo daqueles emails triviais cuja resposta pode ficar para mais tarde. Estou mesmo a referir-me a emails que necessitam de atenção dedicada e resposta em tempo. Não sei o que acontece convosco no vosso local de trabalho mas no meu (e isso não acontece tão poucas vezes quanto isso...), muitos são os emails com data de resposta determinada que não são respondidos em tempo. E isso faz-me muita confusão, a sério que sim! Que raio de cultura é esta que as pessoas têm de acharem, apenas porque sim, que as respostas que lhes são solicitadas podem ficar para mais tarde e não merecem a sua atenção? Eu gosto de cumprir prazos. Aliás, até gosto de responder às solicitações antes do prazo finalizar, exactamente para que, caso alguma coisa corra mal, ainda tenha um tempo de margem que me permita "não ficar mal na fotografia" e cumprir com aquilo que me é solicitado.

Acho que existem muitas pessoas, por esse mundo laboral fora, que precisavam e muito de ler os posts da Rita... Mas isto é apenas um momento de desabafos e mau feitio aqui da Miss Fiona...

sábado, novembro 09, 2013

Do...

... exercício, ginásios, prática desportiva e afins...

Podemos ser mais ou menos distraídos, mais ou menos atentos... Mas uma coisa é certa: os portugueses estão cada vez mais preocupados com o seu bem-estar e a sua forma física e isso vê-se, seja nos ginásios ou nas ruas onde cada vez mais pessoas utilizam para a prática desportiva. Basta passar um dia de manhã pelo Jamor ou por Monsanto e muitos são os corredores e os ciclistas que podemos encontrar a fazer os seus treinos. E engane-se quem pensar que isto acontece apenas ao fim-de-semana... É ver. em qualquer dia da semana, muitas pessoas dedicadas à prática do seu desporto favorito (ou pelo menos aquele que conseguem praticar de forma mais regular). Aliás, para os mais curiosos e amantes de corrida, existem uns treinos que ocorrem algures em Monsanto e que têm o simpático nome de "hora do esquilo" e que são treinos de corrida que começam lá para as 6h da manhã! Gosto desta preocupação e de não ser uma das poucas do grupo de amigos ou de colegas do trabalho que me dedico ao desporto.

Mas o verdadeiro assunto deste post prende-se com os ginásios. Em tempos de crise, muitas têm sido as pessoas que têm deixado de frequentar estes locais que antes faziam parte das suas rotinas. As mensalidades não são propriamente "preço de amigo", existem os famosos períodos de fidelização, entre outros detalhes. Porém, nem todos conseguimos fugir destes locais. Eu, por exemplo, mesmo que queria preciso de andar no ginásio fruto das necessidades de fortalecimento muscular específico nos joelhos e que não consigo fazer da melhor forma em casa ou na rua. São exercícios específicos em que necessito de recorrer às máquinas que existem nos ginásios e não tenho mesmo outra forma (sei que existem algumas possibilidades recorrendo a esquemas de exercícios que não são feitos neste tipo de equipamentos mas, o que é certo, é que sinto uma clara diferença na prática de exercício físico quando dedico algum tempo cuidado ao fortalecimento muscular). Pois bem, fora o ginásio ainda pratico corrida regularmente e o meu objectivo no ginásio está longe de ser o de emagrecer ou objectivos afins. Atenção, não estou aqui a questionar quem anda no ginásio com esse objectivo. Aliás, considero que seja mesmo de louvar e tudo o que podermos fazer pela nossa saúde é pouco e aplaudo quem o faço. O que quero dizer é que apenas me dedico ao fortalecimento muscular e consigo treinar bem sozinha...

Por isso, senhores PT que andam em buscar de vender os vossos pacotes de treinos... Compreendo que estejam a fazer o vosso trabalho, que vos estabeleçam objectivos individuais enquanto colaboradores de um ginásio mas... Eu não sou um bom alvo... Estou muito longe disso. Consigo e gosto muito de treinar sozinha e consigo ter resultados assim. Conheço-me muito bem e sou bastante teimosa quando quero chegar a algum lado e estabeleço objectivos para mim própria. Por isso tentarem impingir-me a toda a força pacotes de treinos de 60 minutos pela módica quantia de 653€... Nop, estou muito, muito longe de ser a vossa cliente ideal. Portanto, nem sequer tentem!

A gerência agradece...

domingo, novembro 03, 2013

Sabem...

... uma das coisas que mais me faz sorrir? Ver aqueles que falam a nossa língua serem distinguidos ao mais alto nível. Desta vez (e em mais uma ocasião!), foi reconhecido o grande talento da pena de Mia Couto, biológo e jornalista moçambicano, que tantas belas palavras dá ao mundo todos os dias. Muitos parabéns, Mia, por teres recebido o Prémio internacional de literatura Neustad, considerado, por muitos, como o Prémio Nobel norte-americano.